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quarta-feira, 21 de junho de 2017

PADRE JOSÉ ERIMATÉIA LANÇA LIVRO SOBRE IGREJA MATRIZ DE UAUÁ

No último domingo (18) a Igreja matriz de Uauá foi palco do lançamento do primeiro livro que conta seus mais de 90 anos de história. A obra é de autoria do Padre José Erimatéia, pároco de Uauá, e também explica o significado dos seus espaços litúrgicos. O livro é o segundo do sacerdote a tratar sobre a história religiosa de Uauá e visa levar o povo a conhecer melhor suas raízes culturais e cristãs. 
“A ideia de escrever esse livro veio da pesquisa que gerou o primeiro livro sobre a Entrega de Ramos. Na ocasião, vimos que não havia muita coisa escrita sobre a história da igreja matriz. No ano passado celebramos seus 90 anos, então achei que seria importante deixar esse registro”, explicou o padre. “Conhecer a nossa história religiosa é algo importante para o amadurecimento da fé. Não produzimos a fé por nós mesmos, mas a recebemos como um presente das gerações que nos precederam”.
O livro “Igreja matriz de Uauá: sua história e seus espaços” é dividido em duas partes. A primeira é mais histórica, fala da origem da igreja matruz, os padres que assumiram a paróquia e concluíram a obra. “Fala ainda da importância da igreja-povo, pois é o povo que dá sentido ao templo de pedra”, disse o padre. A segunda parte aborda os espaços da igreja, tanto os mais antigos, quanto aqueles que foram inseridos com as mudanças litúrgicas. “Cada espaço é apresentado com uma foto e a devida explicação”, ressaltou. 
A restauração e o livro
A igreja matriz de Uauá completou 90 anos no ano passado e passou por uma grande restauração recentemente. De acordo com o padre, alguns espaços precisaram ser inseridos para adequar o templo à renovação litúrgica pedida pela Igreja. “Agora temos uma capela do santíssimo, o espaço dos cantores, a capela da reconciliação, uma sala das imagens e o local do Cristo morto. Tudo isso também é explicado no livro. É uma forma também de homenagear esses mais de 90 anos de fé que essa igreja representa”, finalizou Pe. José Erimatéia. 
Texto: Pascom diocesana / Fotos: Pascom de Uauá

terça-feira, 20 de junho de 2017

"VEM VER SÃO JOÃO": PARÓQUIA DE UAUÁ CELEBRA NOVENÁRIO DE SÃO JOÃO BATISTA

Maior manifestação cultural do município, o São João de Uauá já está a pleno vapor com a celebração do novenário em honra ao padroeiro da cidade, São João Batista. No próximo sábado (24) será realizada a festa do santo precursor, contando com a presença do nosso Bispo diocesano Dom Beto Breis. Pela manhã haverá missa solene e à tarde procissão.
Nas fotos que você confere nessa matéria estão registrados alguns momentos da quinta noite da novena, presidida pelo padre Aluísio Borges, de Casa Nova. Nessa noite os noiteiros foram os jovens e a Pastoral Catequética.

Ao final da novena, como de costume, houve quermesse e a entrega de ramos aos noiteiros da noite seguinte, os casais e o Colégio Estadual Senhor do Bonfim (CESB), representados dessa vez pelo casal Carmem Lucia e José Luís (Gatinho).
Texto: Pascom diocesana / Fotos: Pascom de Uauá

quarta-feira, 14 de junho de 2017

CATEQUESE DO BISPO, PROCISSÕES E MISSAS SÃO PARTE DA PROGRAMAÇÃO DE "CORUS CHRISTI" NA DIOCESE

Comemorada anualmente pela Igreja Católica, a festa de Corpus Christi é uma das celebrações mais esperadas pelos fiéis. Nesta quinta-feira (15), todas as paróquias da Diocese realizarão celebrações e procissões com o Santíssimo Sacramento, manifestando a fé no Corpo de Cristo presente na Eucaristia. Na Paróquia Sto. Antônio, em Juazeiro, o Bispo Dom Beto Breis fará uma Catequese sobre o tema a partir das 17h, aberta a todos os diocesanos. 
Cartaz de convite para a Catequese com o Bispo na Paróquia Sto. Antônio, aberta a todos os diocesanos.
Na Catedral-Santuário N. Sra. das Grotas, haverá missa solene às 19h seguida da tradicional procissão, que passará pelo tapete artístico, confeccionado pelas pastorais, grupos e movimentos da Paróquia. As demais paróquias como Nossa Senhora de Fátima (Alto da Aliança), Santa Terezinha (Piranga) e Santo Afonso (bairro Castelo Branco) também enfeitam as ruas para a procissão. 
Os festejos de Corpus Christi acontecem em referência à Quinta-feira Santa, quando aconteceu a última ceia de Jesus com seus apóstolos. Segundo os evangelhos, nesse dia Jesus mandou que seus discípulos celebrassem em sua memória comendo o pão e bebendo o vinho tornados em seu Corpo e Sangue.
O vigário geral da Diocese de Juazeiro, Josemar Mota da Silva, explica que a festa de Corpus Christi é uma comemoração de louvor e gratidão a Deus pela presença de Jesus no Sacramento da Eucaristia.
“Celebrando a Eucaristia estamos cumprindo o pedido do Senhor: ‘Fazei isto em memória de mim’. E se realiza a promessa do Senhor na sua Igreja: ‘Eis que estarei convosco todos os dias até o fim dos tempos’ (Mt 28,20) “, concluiu Pe. Josemar.
Horário de celebrações e procissões nas paróquias de Juazeiro:
São Cosme e Damião (Bairro Alagadiço) -  6h20
Santo Antônio (Bairro Santo Antônio) - 18h
Catedral- 19h
Santo Afonso (Bairro Castelo Branco) - 19h
Santa Terezinha (Bairro Piranga) - 19h30
Nossa Senhora de Fátima - (Bairro Alto da Aliança) - 19h30

Nossa Senhora Aparecida - (Bairro João Paulo II) - 19h30

Texto: Ricardo Sousa

segunda-feira, 12 de junho de 2017

PADRE GUILHERME FITZ: CIDADÃO DO UNIVERSO

Quando Dom Tomás, primeiro bispo de Juazeiro, que era redentorista, pediu a sua congregação, nos Estados Unidos, que enviasse missionários para o imenso campo pastoral da nova diocese, Pe. Guilherme logo se comprometeu vim para cá. Aqui ficou 42 anos e adaptou-se a vida sofrida do Nordeste, tanto é que dizia querer morrer e ser sepultado na Diocese de Juazeiro. Mas por via do destino em 2010 voltou para os Estados Unidos.
Qual foi a missão do Pe. Guilherme Fitz entre nós? Quem o conheceu, como eu o conheci poderá responder. Daí cito algumas de suas ações:
- Anunciar o evangelho com a palavra e com a vida. Vivia na simplicidade e gostava de estar no meio dos pobres.
- Incansável na organização das Comunidades Eclesiais de Base para despertar a consciência dos excluídos, para a luz da palavra de Deus encontrar saída para os seus problemas.
- Uma ação missionaria em sintonia com a igreja no Brasil e com a linha de pastoral libertadora da Diocese de Juazeiro.
- Organizar o povo nos movimentos populares para se libertar da dominação política e isso provocou perseguição, calunia e ameaça de morte feita por grupos econômicos de políticos. Havendo até emboscada com confronto armado por familiares de chefetes políticos do sistema opressor. Exemplo disso, aconteceu em Curaçá.
- Sensibilidade com a questão latino-americana – Pe. Fitz sacerdote americano foi à Nicarágua para ajudar aquele povo na colheita de café, pois Estados Unidos declarou guerra e queria bombardear os cafezais da Nicarágua (maior economia do país), Pe. Fitz sem medo de morrer vítima das forças sanguinárias do seu próprio pais, dizia: “Um missionário americano ser morto pelas forças americanas na Nicarágua é um desmoralização mundial para os Estados Unidos.”
- Solidários com os pequenos Pe. Fitz nunca deixou ninguém sem socorro, em todos os momentos e lugares que dele precisasse.
- Fez moradia no meio dos excluídos no bairro Malhada da Areia em Juazeiro, ali sua casa era um barraco de taipa.
- Defendeu os catadores de material reciclável do lixão de Juazeiro, por isso a atual cooperativa de catadores leva o nome de COOPERFITZ.
- Incansável no atendimento às CEB’s, onde na área rural com difícil acesso e quase onde ninguém consegue chegar, estava ele lá no meio do povo celebrando a Eucaristia.
- Todas as segundas-feiras Padre Guilherme Fitz fazia jejum em solidariedade aos que passam fome e sede. Ficava na porta da Catedral de Nossa Senhora das Grotas fazendo suas reflexões, conversando com as pessoas e atendendo confissões.
Obrigado meu Deus pela vida e missão do querido e nunca esquecido Pe. Guilherme Fitz. 
“O HOMEM É ETERNO QUANDO SEU TRABALHO PERMANECE.” 
Texto José Alves de Sena (Zelinho)
Ex – Articulador de CEB’s da Diocese de Juazeiro

Presidente do Instituto de Inclusão Social e de Desenvolvimento Econômico Cultural e Ambiental – IDEIA

sexta-feira, 9 de junho de 2017

DO BRASIL DOS ESCÂNDALOS AO BRASIL QUE FAZ O BEM

Existe um Brasil de escândalos (nada menos do que três presidentes investigados) e um Brasil que se dedica a fazer o bem ao próximo com um número insuspeitado de samaritanos. “Além do bem. Um estudo sobre voluntariado e engajamento" traz à luz outro Brasil, aquele que participa em pequenas e grandes instituições de voluntariado. Descobrimos que quase um de cada cinco cidadãos brasileiros (37,5 milhões) desenvolve uma atividade deste tipo, conforme pesquisa realizada pela Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros em parceria com o Banco de América Merrill Lynch e o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) no Brasil.
O estudo foi realizado com base nas entrevistas realizadas em 25 Estados brasileiros com voluntários, ex-voluntários, não voluntários, especialistas na área e com representantes de 80 empresas e 14 organizações não governamentais. O objetivo era coletar indicadores para convocar antigos e novos benfeitores e os resultados foram publicados na revista Cidade Nova, pertencente ao Movimento dos Focolares no Brasil.
Jean Soldatelli, codiretor da Santo Caos, empresa brasileira de engajamento, resumiu para a revista algumas conclusões que ele mesmo pôde comprovar por experiência própria. Principalmente, "uma empresa recebe muitos benefícios ao investir e incentivar o voluntariado. Não só os benefícios externos, tais como a imagem e o compromisso com a comunidade, mas também benefícios internos". O relatório apresenta dados interessantes que confirmam as observações do diretor: 93% dos funcionários que se comprometem com o voluntariado dizem que recebem o reconhecimento da empresa e registram um 16% mais de produtividade no trabalho sobre os não voluntários. 77% desses funcionários também conseguiu envolver outra pessoa em uma atividade voluntária. Além disso, os gerentes de empresas também acabam valorizando o trabalho voluntário de seus próprios empregados: nove em cada dez deles consideram que o voluntariado ajuda a melhorar suas habilidades de negócios. Do mesmo modo, independentemente de haver ou não realizado uma atividade voluntária, o 62% dos entrevistados considerou que o programa de voluntariado é um fator chave para a escolha de um emprego.
Outros dados interessantes da pesquisa publicada por Cidade Nova, disse que no Brasil 58% dos voluntários são mulheres e que a região onde se registra o maior número de voluntários é a região Sudeste (correspondente aos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).
O estudo também mostra que o voluntariado brasileiro pode crescer consideravelmente, porque ainda não se reconhece o peso estratégico que tem nas empresas. Mônica Villarindo, colaboradora do Programa de Voluntários das Nações Unidas e especialista na importância do voluntariado no setor privado, assegura que existem bons programas de voluntariado corporativo no Brasil, mas muitos deles são orientados a atividades assistencialistas, desperdiçando um grande potencial de transformação. "Certamente, o voluntariado é um excelente elemento para a empresa, proporcionando benefícios para os funcionários, como compromisso, capacitação e melhoras do ambiente de trabalho", explica Villarindo. "Mas as empresas nos seus planos estratégicos devem incorporar em seus próprios programas de voluntariado os objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU de forma mais amplamente transformadora e usar o programa de voluntariado que já é bom para a empresa e para os seus funcionários, para produzir uma grande transformação na sociedade". "As empresas também são responsáveis ​​pelo nosso futuro. É uma tarefa meticulosa em que todos devemos nos comprometer. O Voluntariado tem a capacidade de chegar a todos e não se pode deixar ninguém para trás", conclui a especialista.

Vatican Insider

COMUNIDADE SHALOM REALIZA "ARRAIÁ DA PAZ"

Acontece hoje, sexta-feira (09), a terceira edição do “Arraiá da Paz”, promovido pela Comunidade Católica Shalom - Missão Juazeiro/BA. O evento irá começar às 19h, no espaço de eventos Via Show, localizado na travessa Cícero Feitosa.
Na ocasião, haverá barracas com comidas típicas, brincadeiras para a criançada e quadrilha improvisada. A animação musical ficará por conta do cantor católico de Fortaleza, Naldo José - Forró in Deus e da atração artística local, Forró Tô na Boa. Os ingressos estão sendo vendidos no Passaporte da Folia (Praça Pedro Pereira Primo) e no Centro de Evangelização Shalom (Avenida Carmelo Dutra, n° 701).
O “Arraiá da Paz” teve início na cidade de Fortaleza (CE), hoje se estende há vários estados do país. O seu principal objetivo é levar o entretenimento para toda família, acreditando que é possível ser feliz sem perder a graça de estar na presença de Deus. Venha você também arrastar o seu chinelo de couro na presença do Senhor.
Texto: Elaine da Silva (Comunidade Shalom - Missão Juazeiro)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

DIOCESE DE JUAZEIRO PARTICIPA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE VIOLÊNCIA

A Diocese de Juazeiro participou nessa semana de uma Audiência Pública sobre o combate à violência na cidade de Juazeiro. O Bispo diocesano Dom Beto Breis e o vigário geral da Diocese, Padre Josemar Mota, compareceram ao evento realizado na Câmara de Vereadores local. Na plenária, diante de vereadores e outros membros da sociedade civil, Dom Beto defendeu a necessidade de ir às raízes do problema da violência, investindo em iniciativas de promoção humana da juventude.
“Não basta ficar nas causas da violência, é preciso conhecer suas raízes. O índice de assassinatos é enorme em Juazeiro – 41 só esse ano. Mas por trás disso há uma violência maior: a miséria imposta a tantas pessoas, situações de vulnerabilidade social, baixa escolaridade. O atlas da violência no Brasil mostrou que o problema está ligado à baixa escolaridade. Então, é preciso investir em políticas públicas, educação de qualidade, espaços de entretenimento, arte e esporte para os jovens. Chegar antes da violência”, defendeu Dom Beto.
Na Audiência, diversas autoridades tiveram possibilidade de expressar suas reflexões acerca da falta de segurança. A Delegada de Polícia Dra. Lígia Nunes de Sá, Coordenadora da 17ª Coordenadoria Regional de Polícia Civil em Juazeiro, destacou, por exemplo, que “a segurança pública é um dever de todos”.
Entre os convidados, além da representação da Diocese de Juazeiro, também se fizeram presentes a Dra. Rosineide Mota Delegada da Mulher, Marly Carvalho conselheira da Mulher, Lenilson Matos gerente da Guarda Municipal, Capitão Demétrius Cardoso representando a OAB, Sandro Romilton, Pai da Menina Beatriz, e muitos outros, além dos vereadores da Casa Aprígio Duarte. 
Para Dom Beto, o encontro foi um começo de conversa. “Foi um momento importante, mas – como muitos participantes ressaltaram – não houve muita participação popular tanto no número de pessoas presentes como na participação, em que as autoridades precisam ouvir as necessidades das pessoas, sobretudo as que vivem em situação de maior violência. Isso é importante para que o povo possa manifestar sua voz, sua leitura dos fatos e assim possamos somar forças com todas as instâncias da sociedade. Esperamos, portanto, que outras iniciativas possam acontecer nesse intuito”, finalizou.
Texto: Pascom diocesana (Mirrail Menezes e Ricardo Sousa)
Foto: Ascom Vereador Charles Leal e Pascom diocesana

 

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Tema Campanha da Fraternidade 2017

"Biomas brasileiros e defesa da vida."