http://diocesejuazeiroba.blogspot.com.br/2013/06/diocese-de-juazeiro-bahia.html
http://diocesejuazeiroba.blogspot.com.br/2013/09/o-bispo.html
http://diocesejuazeiroba.blogspot.com.br/2014/05/convite-inauguracao-da-catedral-e.html
#
#

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

DIOCESE DE JUAZEIRO REALIZA 11ª CAMINHADA DA PAZ NESTE SÁBADO (25)

Com o tema: "vou fazer correr a paz como um rio", a Diocese de Juazeiro realiza neste sábado (25) a 11ª edição da Caminhada da Paz, às 17h, saindo do Parque Lagoa de Calú, até a Orla de Juazeiro, encerrando com a missa presidida pelo bispo Dom Beto.
A caminhada será animada pelo cantor Zé Vicente, conhecido da música popular católica, através das canções "olha a glória de Deus Brilhando", "é bonita demais", "o Deus que me criou, entre outras".

Estão sendo convocadas diversas caravanas das paróquias e comunidades da Diocese de Juazeiro, já que o momento será um ato simbólico em defesa da paz e do rio São Francisco. 
Ricardo Souza - Pascom diocesana

BISPOS DA BACIA DO SÃO FRANCISCO REALIZAM ENCONTRO PARA DISCUTIR SITUAÇÃO DO VELHO CHICO

A situação dramática do Rio São Francisco está preocupando os bispos da região da Bacia do Velho Chico. Nesta semana, os líderes religiosos da Igreja católica no território que engloba o norte de Minas Gerais, boa parte da Bahia e de Sergipe, reuniram-se no Santuário de Bom Jesus da Lapa, para discutir o processo de morte do rio e o que pode ser feito. O encontro, encerrado na última quarta-feira (22), dará origem a uma Nota que será lida em todas as igrejas da região no próximo dia 03 de dezembro.

...
Dez bispos e um administrador diocesano estiveram presentes no encontro, ocorrido nos dias 21 a 22 de novembro. A Diocese da Lapa foi escolhida pela influência do Santuário do Bom Jesus da Lapa que fica às margens do Rio São Francisco, reunindo todos os anos milhares de romeiros, grande parte deles ribeirinhos que vivem e dependem das águas do rio da integração nacional.
O evento contou com a presença de Dom João Santos Cardoso - Bom Jesus da Lapa/BA , Dom José Moreira da Silva - Januária/MG, Dom Guido Zendron - Paulo Afonso/BA, Dom Luiz Cappio - Barra/BA, Dom José Roberto Silva Carvalho - Caetité/BA, Dom Beto Breis OFM - Juazeiro/BA, Dom Josafá M. da Silva - Barreiras/BA, Dom Gabriel - Floresta/PE, Dom Vitor de Menezes - Propriá/SE, Pe. Antônio Malan de Carvalho (Administrador diocesano de Petrolina/PE).
Segundo Dom Beto Breis (foto acima, à esquerda), bispo da Diocese de Juazeiro/BA, a teologia e orientação pastoral da Encíclica Laudato Si, do Papa Francisco, repercutiram no encontro. “O Papa tem nos chamado à uma 'conversão ecológica', ao cuidado com a casa comum e à ética da responsabilidade ambiental. Na conclusão do encontro, alguns encaminhamentos foram apresentados, como: (1) Lançamento da Carta do Bom Jesus da Lapa no Primeiro Domingo do Advento; (2) Ações de sensibilização e educação junto às comunidades e ao povo para o cuidado, defesa e revitalização do São Francisco; (3) Ações junto às autoridades e aos governos para responder ao SOS do São Francisco”, escreveu em nota o bispo de Juazeiro.
O Primeiro Encontro dos Bispos da Bacia do São Francisco contou ainda com a presença de peritos, estudiosos e agentes de pastorais sociais que apresentaram um diagnóstico sobre a conjuntura hídrica da Bacia do São Francisco, com diversos dados da realidade da região, especialmente do Cerrado, principal fonte de abastecimento do Velho Chico. Entre os assessores estavam Roberto Malvezzi (“Gogó”), fiel leigo da Diocese de Juazeiro/BA e especialista no tema, o Prof. José Alves Siqueira da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) em Petrolina e membros da Comissão Pastoral da Terra (CPT).


Pascom diocesana

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

ARTIGO: COISA DE NEGRO

Por Dom Zanoni Demettino Castro - Arcebispo de Feira de Santana
No momento em que se repercute a fala do ancora do Jornal da Globo quando anunciava o resultado das eleições nos Estados Unidos e fora flagrado numa declaração racial, nada respeitosa e profundamente preconceituosa, ao afirmar que o que o buzinaço que estava acontecendo naquele instante era “coisa de preto”, somos chamados, neste novembro negro,  a refletir sobre a vida, a fé, a cultura e a tradição do povo brasileiro afrodescendente, a refletir sobre “coisa de negro”.
Sob o manto de Nossa Senhora Aparecida os Bispos da América Latina e do Caribe, em sua V Conferência, constataram que a história dos afrodescendentes “tem sido atravessada por uma exclusão social, econômica, política e, sobretudo, racial, onde a identidade étnica é fator de subordinação social”(DAP96). Embora vivamos num novo tempo, numa nova época em que não se admitem etnocentrismos, xenofobismos e preconceitos, os afrodescendentes “são discriminados na inserção do trabalho, na qualidade e conteúdo da formação escolar, nas relações cotidianas”. As consequências dos 300 anos de escravidão ainda não foram suficientemente reparadas. Os números estatísticos são nítidos: há “um processo de ocultamento sistemático dos valores, da história e da cultura dos afrodescendentes (DAP 102) .A formação superior, que deveria ser um direito garantido a todos, tem sido uma meta quase impossível de ser alcançada, dificultando ao negro o acesso às esferas de decisão na sociedade” (DAP 533).
Esta realidade deve ser enfrentada. Como cristãos acreditamos que os valores do Reino de Deus são imprescindíveis no processo de gestação de um novo modelo cultural, quando os afrodescendentes  “assumindo uma atitude mais protagonista” conscientes do poder que têm nas mãos e da possibilidade de contribuírem na construção desse novo modelo cultural, a nova sociedade, justa e solidária(DAP 75), sinal do reino definitivo, anunciado e realizado por Jesus Cristo.
Nesta clima de reflexão e aprofundamento nos alegra a realização de dois grandes acontecimentos: o IX CONENC que acontecerá de 18 a 21 de janeiro de 2018 em Maringá no Paraná e o XIV EPA, Encontro de Pastoral Afro americana, em Cali na Colômbia com o tema “A espiritualidade Afro-americana e os desafios do século X
Creio que em nosso agradecimento a Deus, podemos fazer nossa a belíssima canção do Pe. Valmir Neves: “Senhor venho ofertar coisa de negro, coisa de negro, afinal, coisa de negro. O suor de cada dia, o peso de nosso trabalho, as mãos tomadas de calos, coisa de negro. O que faço não é certo. Meu grito nunca fez eco. Senhor, sou negro. E não nego. Venho ofertar minha dor. Senhor meu canto gemido. Dele nunca vou esquecer. Entre salmos e benditos. Venho vos oferecer.”

Peçamos à Maria, a Soberana Quilombola, Mãe de Deus e nossa Mãe, que neste ano em que comemoramos os 300 anos do encontro de sua imagem no Rio Paraíba, interceda por  nós a fim de que o compromisso com o povo negro, assumido na Quinta Conferencia de Aparecida, permaneça firme no horizonte evangelizador de toda a Igreja do Brasil.

DOM BETO BREIS DIVULGA NOMEAÇÕES E TRANSFERÊNCIAS DE PADRES PARA 2018

TRANSFERÊNCIAS E NOMEAÇÕES  PARA 2018
Depois de conversas pessoais marcadas por um discernimento à luz da fé e da missão própria dos presbíteros, o que inclui a missionariedade e a itinerância, ouvindo o parecer do Conselho Presbiteral e considerando o bem dos fiéis, Dom Beto Breis, nosso bispo diocesano, houve por bem determinar as seguintes nomeações e transferências:

·       PADRE EDCARLOS DE SENA – da Paróquia Sant’Ana, de Santana do Sobrado, para a Paróquia São João Batista de Uauá, como Vigário Paroquial.
·       PADRE AMÂNCIO VIANA DE SENA – da Paróquia São José Operário, de Casa Nova, para a Paróquia Sant’Ana, de Santana do Sobrado, como Pároco.
·    PADRE JOSÉ BENEDITO ROSA – da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, de Remanso, para a Paróquia São José Operário, de Casa Nova, como Pároco.
·    PADRE ALUÍSIO ALVES BORGES – da Paróquia São José Operário, de Casa Nova, para a Paróquia Nossa Senhora do Rosário, de Remanso, como Pároco.
·     PADRE CÍCERO DIEGO MONTEIRO MACHADO – da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Juazeiro, para a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Juazeiro, como Pároco. 
·   PADRE JOÃO BORGES SANTOS FILHO – depois de um ano de Formação Permanente, para o SETOR PASTORAL DE PAU A PIQUE, no município de Casa Nova, como Vigário Paroquial.
·   PADRE JODEAN AMÂNCIO DOS SANTOS – em razão do seu serviço de formador dos seminaristas da etapa do Discipulado (Estudos Filosóficos) e de animador da Pastoral Vocacional de nossa Diocese deixará a função de Vigário da Paróquia Bom Jesus da Boa Morte e São Benedito, de Curaçá.
·  SEMINARISTA MIRRAIL VARJÃO MENEZES – concluídos seus estudos teológicos fará seu estágio pastoral na Paróquia Bom Jesus da Boa Morte e São Benedito, de Curaçá.
Segue, abaixo, um sugestivo texto para nosso estudo e reflexão nestes tempos de mudanças e novas perspectivas em algumas paróquias  de nossa Igreja Local:

PARA QUE FAZER TRANSFERÊNCIAS
(Dom José Carlos Campos, Bispo de Divinópolis-MG)
Por que o Bispo precisa transferir padres? Esta pergunta, olhando as reações a essa prática comum na Igreja, poucos se fazem ou buscam respostas. Normalmente ficam em posturas mais afetivas ou possessivas: “nosso padre”, “ele estava bem aqui”, “ele não pode sair”, “o senhor não pode tira-lo de nós”… Apesar de haver também os que querem ver longe o padre que têm e apresentam até listas de “queremos estes”. Este tempo é sempre de fadiga e de caras feias. Mas de aprendizado e de graça!
Vamos jogar alguma luz sobre isso! O Bispo não transfere porque tem prazer em fazer isso, porque simplesmente “faz parte” ou porque quer exercitar sua capacidade de reorganizar a diocese a cada ano. Antes de reclamar ou reagir, pense nestas palavras:
·         A transferência não é um ato arbitrário e autoritário que recai e pesa sobre a pessoa do bispo. As decisões e transferências são pensadas e construídas num conselho de padres, demandam longas conversas e, às vezes, várias reuniões. Não estamos brincando com pessoas. Os padres são colaboradores indispensáveis e preciosos do bispo, que não tem de cuidar desta ou daquela paróquia, mas de todas, ao mesmo tempo. Todas as transferências foram conversadas, construídas com cada padre. Ninguém foi transferido “a ferro e fogo”, acorrentado e arrastado. Até isso, é bom não esquecermos, pois Jesus o previu a Pedro (Jo 21,15-19). Acerca dos transferidos, houve uma ou mais propostas, uma justificativa, um convite, uma decisão tomada a dois ou a três. Sei o quanto é difícil transmiti-la ao povo, mas ela não foi impositiva e vertical.
·         Normalmente, e isso é humano e bom, criam-se amizades fortes e importantes com o padre durante o tempo, curto ou longo, de permanência, mas não se pode esquecer que o padre não é “seu” ou “nosso”, mas é da Igreja, da Diocese e colaborador do bispo. Isso não é arbitrário, é da natureza da nossa vocação sacerdotal e episcopal.
·         A justificativa de o padre ser bom e querido, ter pouco tempo ali, ter feito bons trabalhos, tudo isso é louvável, mas os critérios são mais abrangentes. A vida paroquial é um leque de responsabilidades, competências e interlocuções. Ninguém é bom em tudo (ou poucos são bons em tudo!). Daí a necessidade de se avaliar a permanência ou não por critérios que ultrapassam o afetivo e o prático. A vida paroquial, sobretudo para os que estão sozinhos numa paróquia, exige múltipla atenção e variada atuação por parte do padre. Aprender isso é um caminho. Nem sempre feito no lugar onde o padre se encontra no momento.
·         É mais fácil apresentar o pedido de transferência quando a permanência já se esticou e até ultrapassou tempos legais. A mudança fará bem a todos, ao padre e à comunidade. Isso obriga a repensar relações, modos de servir e processos novos. Ninguém goza de estabilidade indefinida, nem os bispos! Prazos ajudam a gente a rever muitas posturas, manias e relações.
·         Há também a postura fechada que assegura que a paróquia “nunca será a mesma” se o padre sair. Nem a paróquia nem ninguém é o mesmo nunca. Cada dia, cada pessoa, cada situação põem acréscimos novos (bons ou maus). Como posso saber que o outro que vem é, por antecipação, incapaz de continuar e fazer avançar um processo iniciado? Não é precipitação e preconceito? Vidas e relações experimentamos não a partir de fora, mas a partir de dentro.
·         Se um determinado sacerdote é dotado de muitas qualidades e competências a ponto de trazer grandes alegrias e avanços a uma comunidade, ele não pode ser possuído por esta comunidade como um “bem inalienável”. Outros lugares precisam dele e dos seus dons. Ele pode ser o pastor que a comunidade vizinha precisa em vista de suas demandas pastorais, espirituais, administrativas, humanas…
·         A última coisa, mesmo tendo ainda outras considerações, é que nós, padres diocesanos, não estamos desobrigados da dimensão missionária da nossa vocação sacerdotal. Por mais que eu tenha meus gostos e meu perfil, não posso me limitar ao universo de duas ou três paróquias que “teriam meu estilo”. A missão se vive em tempos e modos diferentes. Numa paróquia com a qual eu me identifico menos, talvez não fique tanto tempo como numa outra mais conforme meu perfil, mas isso não me dispensa de pequenas experiências. Elas têm uma força de testemunho diante do povo de Deus, dos demais irmãos padres e dos seminaristas.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

SESSÃO SOLENE MARCA LANÇAMENTO DA 11ª CAMINHADA PELA PAZ SOBRE O RIO SÃO FRANCISCO

Uma sessão solene realizada na Câmara de Vereadores de Juazeiro, na noite desta segunda-feira (13) marcou o lançamento da 11ª Caminhada pela Paz. O evento contou com a presença do Bispo de Juazeiro, Dom Beto Breis, de padres, religiosas, representantes de pastorais e autoridades civis. Iniciada às 18h, a sessão tratou da questão da paz na região e do tema da caminhada deste ano que abordará a defesa do Rio São Francisco.
Em seu pronunciamento, Dom Beto Breis ressaltou junto aos representantes do legislativo municipal a necessidade de se cuidar da criação como um ato de defesa da pessoa humana e de reverência para com o Criador. “Nesse ano queremos recordar a urgência de defender o Velho Chico. O Rio está hoje como os pobres morrendo nos corredores dos hospitais, sem o cuidado devido. Depredar a criação é ultrajar a obra de arte do maior de todos os artistas que é o Criador”, disse. 

Dom Beto também aproveitou a fala para defender um projeto de lei apresentado pelo Movimento Pupular de Cidadania (MPC), ligado à Diocese, que visa a revitalização dos riachos de Juazeiro, que atualmente tem sido transformados em esgotos a céu aberto. "É uma forma concreta de defendermos o Velho Chico e a qualidade de vida da população. Os riachos ao invés de canais de vida, estão sendo viveiros de doenças e muriçocas".
O idealizador da Caminhada pela Paz, o missionário Padre José Filipe Pulpahyil, trouxe um pouco do histórico do evento. “A Caminhada pela Paz começou como uma iniciativa da Paróquia do Cosminho, que é a menor da Diocese – apenas três comunidades. Sempre tínhamos esse esforço de levar a oração, a paz para as famílias. Mas sentíamos que esse esforço tinha que chegar a mais pessoas. Não só encher a avenida, mas envolver a comunidade na busca pela paz”, contou.
A sessão solene aprovada pela Câmara de Vereadores de Juazeiro foi uma solicitação da vereadora Valdeci Alves, mais conhecida como Neguinha da Santa Casa (PMDB), que também discursou na abertura da solenidade. “A paz deve ser uma preocupação de todos e só pode ser conquistada com o esforço de todos. É triste ver tantas mães e famílias sofrendo pela disseminação das drogas. Iniciativas como a da Diocese reforçam essa luta”.
11ª Caminhada da Paz
Com o tema: "Vou fazer correr a paz como um rio", a 11ª edição da Caminhada pela Paz acontecerá no dia 25 de novembro (sábado), a partir das 17h, saindo do Parque Lagoa de Calú até a Orla de Juazeiro, encerrando com a missa presidida pelo bispo Dom Beto Breis.
A caminhada será animada pelo cantor Zé Vicente, conhecido da música popular católica, através de canções como "Olha a glória de Deus brilhando", "É bonita demais" e "O Deus que me criou".
Estão sendo convocadas diversas caravanas das paróquias e comunidades da Diocese de Juazeiro, já que o momento será um ato simbólico em defesa da paz e do rio São Francisco. 
Texto e fotos: Pacom diocesana

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL DE JUAZEIRO MARCARÁ O LANÇAMENTO DA 11ª CAMINHADA DA PAZ

A Mesa Diretora da Casa Aprígio Duarte Filho (Câmara Municipal de Juazeiro) realiza nesta segunda-feira, (13), às 17h, Audiência Pública que marcará o lançamento da 11ª Caminhada pela Paz.
A ideia da vereadora Valdeci Alves (PMDB), a "Neguinha da Santa Casa" pretende ampliar o debate sobre as diversas formas de promover a paz na região e discutir propostas de revitalização do rio São Francisco, em alusão ao tema da caminhada desse ano: "vou fazer correr a paz como um rio".
O bispo diocesano Dom Carlos Alberto, promotoria do meio ambiente, o diretor do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais da Universidade do Estado da Bahia, em Juazeiro, o Assessor da Comissão Pastoral da Terra – CPT, Roberto Malvezzi (Gogó), Univasf, deputados da região, o Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, Coronel Anselmo Alves Brandão, pastorais, grupos e movimentos, padres da Diocese de Juazeiro e a população foram convidados para o encontro. 
11ª Caminhada da Paz
Com o tema: "vou fazer correr a paz como um rio", essa é a 11ª edição da caminhada, que acontece no dia 25 de novembro (sábado), às 17h, saindo do Parque Lagoa de Calú, até a Orla de Juazeiro, encerrando com a missa presidida pelo bispo Dom Beto.
A caminhada será animada pelo cantor Zé Vicente, conhecido da música popular católica, através das canções "olha a glória de Deus Brilhando", "é bonita demais" e "o Deus que me criou".
Estão sendo convocadas diversas caravanas das paróquias e comunidades da Diocese de Juazeiro, já que o momento será um ato simbólico em defesa da paz e do do rio São Francisco. 
Novena pela paz
Em preparação para a caminhada , haverá a novena da paz (celebrações) nas paróquias da Diocese de Juazeiro, a partir do dia 15 de novembro sempre às 19h30. Confira a programação:
15/11 - Paróquia São Francisco em Sobradinho (BA)
16/11 - Paróquia São Cosme e Damião (Bairro Alagadiço)
17/11 - Paróquia Santa Terezinha (Bairro Piranga)
18/11 - Paróquia Santo Afonso (Comunidade Nossa Senhora das Graças no Bairro Dom Tomás II)
19/11 - Paróquia Santo Antônio (Bairro Santo Antônio)
20/11 - Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Bairro Alto da Aliança)
21/11 - Paróquia São Francisco (Maniçoba)
22/11 - Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Comunidade Nossa Senhora das Dores no Bairro Dom José Rodrigues)
23/11 - Paróquia Nossa Senhora das Grotas (Catedral) 
25/11 - Caminhada da Paz às 17h saindo do Parque Lagoa de Calú


BISPO DOM CARLOS ALBERTO BREIS RECEBERÁ TÍTULO DE CIDADÃO JUAZEIRENSE

Através da aprovação do Projeto de Resolução  Nº 024/2017 de autoria do vereador Alex Tanuri, o Bispo da Diocese de Juazeiro, Dom Carlos Alberto Breis Pereira receberá o título de cidadão juazeirense pela Casa Aprígio Duarte Filho (Câmara Municipal de Juazeiro). O projeto foi aprovado na sessão ordinária dessa terça-feira (7).
Dom Beto nasceu em São Francisco do Sul (SC), no dia 16 de setembro de 1965. Realizou a profissão religiosa no dia 10 de janeiro de 1987, em Olinda (PE). Cursou Filosofia no Instituto Salesiano e Teologia, no Instituto Franciscano. É mestre em Teologia com especialização em Espiritualidade pela Pontifícia Universidade Antonianum de Roma. Foi ordenado presbítero em 20 de agosto de 1994, em Fortaleza (CE).
Na caminhada sacerdotal atuou em diferentes atividades. Foi mestre de frades professos temporários (1994 a 2002 e 2009 a 2011), secretário provincial para a formação e os estudos, delegado do Serviço para a Formação e os Estudos (Serfe) por dois mandatos. De 2012 a 2014, exerceu o cargo de vigário provincial. Foi presidente da Conferência dos Ministros Provinciais do Brasil (2015-2016) e atualmente é bispo da Diocese de Juazeiro.
Ainda será marcada a data da solenidade.

 

Assine a nosso Email

Contate o nosso Email:

pascom.diocesejuazeiroba@gmail.com

Tema Campanha da Fraternidade 2017

"Biomas brasileiros e defesa da vida."