http://diocesejuazeiroba.blogspot.com.br/2013/06/diocese-de-juazeiro-bahia.html
http://diocesejuazeiroba.blogspot.com.br/2013/09/o-bispo.html
http://diocesejuazeiroba.blogspot.com.br/2014/05/convite-inauguracao-da-catedral-e.html
#
#

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

MAIS DE 40 CATEQUISTAS PARTICIPAM DE NOVA ETAPA DA ESCOLA CATEQUÉTICA DIOCESANA

48 catequistas de várias paróquias da Diocese de Juazeiro participaram de mais uma edição da Escola Catequética Diocesana, encerrada no último sábado (13) no Centro de Treinamento de Líderes de Carnaíba. Nessa edição os catequistas participaram de momentos formativos, de espiritualidade e convivência envolvendo diversos temas como História da Igreja, Missão e Iniciação à Vida Cristã. O encontro aconteceu durante uma semana inteira, tendo sido iniciado na última segunda-feira (08 de janeiro).
Estavam representadas na Escola deste ano as Paróquias da Catedral (Juazeiro), Casa Nova, Remanso, Sento Sé, Maniçoba, Pilão Arcado, Campo Alegre de lourdes, Curaçá e Sobradinho. Segundo Maria do Carmo Rodrigues, Carminha, coordenadora diocesana da catequese, a Escola tem como objetivo capacitar melhor os catequistas. “Foi uma semana intensa de formação, o que é muito importante para que os catequistas possam pôr em prática nas suas comunidades e paróquias”, disse. 
Pascom diocesana

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

COM PROCISSÃO E MARUJADA, CURAÇÁ SAI ÀS RUAS PARA FESTEJAR OS PADROEIROS BOM JESUS E SÃO BENEDITO

Neste dia 1º de janeiro a Paróquia de Curaçá celebra seu Padroeiro Bom Jesus da Boa Morte. Mas a festa já vem animando a comunidade católica curaçaense desde antes do Natal, quando foi iniciada a novena em honra dos Padroeiros Bom Jesus e São Benedito. No último dia 30 o povo de Deus lotou a praça do Teatro e várias ruas da cidade para participar de uma Missa e da procissão em homenagem a São Benedito, encerrada com o hasteamento da bandeira em frente à Igreja matriz. Ontem (31) foi o dia da Marujada, onde também houve Missa solene em honra de São Benedito presidida pelo nosso bispo diocesano Dom Beto Breis. Confira as fotos desses momentos festivos, de renovação da fé e da esperança do Povo de Deus.
Para entender:
A Paróquia de Curaçá tem dois padroeiros, Bom Jesus da Boa Morte (padroeiro principal, celebrado no dia 1º de janeiro) e São Benedito (co-padroeiro, festejado no dia 31 de dezembro). Na noite do dia 30 e no dia 31 acontecem as maiores manifestações de religiosidade popular em honra aos padroeiros. No dia 30, a procissão com o hasteamento da bandeira de São Benedito, que costuma reunir milhares de fiéis, e no dia 31 a marujada, onde adultos, idosos, crianças e jovens, vestidos com trajes de marujos dançam e cantam pelas ruas em louvor a São Benedito.


Texto: Pascom diocesana | Fotos: Pascom de Curaçá

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

NATAL: FESTA DA HUMILDADE DE DEUS, FESTA DA HUMANIDADE

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.
...
Natal é a festa da Humanidade. É Celebração carregada de otimismo antropológico: se o próprio Deus assume nossa condição, quanto valor não haverá cada pessoa humana, imagem de Deus formada na Criação e re-formada na Encarnação do Verbo? Todavia, é sempre o pecado, com suas multíplas expressões pessoais e sociais, que de-forma essa imagem, que lhe nega e avilta. Daí tantos rostos de-formados pela abissal, persistente e escandalosa desigualdade num país de “tradição cristã”. No âmbito mundial, guerras estúpidas (existe guerra sensata?) reforçam ódios, pré-conceitos, barreiras e geram dor e morte num jogo de retaliações e vingança nada próprias de uma “Civilização” que se diz cristã.
O poema que abre este artigo, do grande poeta pernambucano Manuel Bandeira (+1968), convida a olhar corpos de-formados, dignidades feridas de quem vive de sobras, de restos das mesas dos epulões. De fato não aprendemos a lição do Natal. Ousamos romantizar o nascimento do Deus-humanado em uma estrebaria (foi o que sobrou, pois “não havia lugar para eles na hospedaria”, como afirma o Evangelista) e a substituí-lo por um velhinho lendário e bem adequado aos gostos consumistas e neoliberais. Não é também pequena a tentação de substituirmos o cerne da mensagem natalina, evangélico, por mensagens piegas, nada in-cômodas e desafiadoras, carregadas de sentimentalismo estéril, efêmero e intimista. Estamos distantes de Francisco de Assis, que ao se encantar com o mistério da humildade de Deus des-velada no Natal, “cria” o presépio para vislumbrar a concretude da sua pobreza: “Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro” (1 Celano 84).

O Natal anuncia que o Filho dileto do Pai despoja-se de sua divindade para re-vestir de dignidade nossa humana condição. O Verbo se faz corpo re-velando a sacralidade inviolável de cada corpo humano. Celebrar dignamente o Natal implica, portanto, em reconhecer que o humano é caminho inexorável para se chegar ao divino. Não se pode acolher o Cristo que vem ao nosso encontro sem deixar-se encontrar e interpelar pelo outro, particularmente os feridos e negados em sua dignidade, tratados como bichos. Apoiar (concretamente) movimentos, grupos, entidades e associações que estão a serviço da afirmação e do resgate da dignidade humana é possível gesto concreto de quem aprende que celebrar o nascimento dAquele que se faz nosso irmão é irmanar-se, romper velhas crostas de egoísmo e indiferença. Na festa do Deus in-visível que se faz visível em nossa carne, abramos os olhos para re-conhecer os in-visíveis de nossa sociedade!
 Neste período privilegiado, sonhemos com um tempo novo, no qual a nenhum ser humano seja imposta condição des-humana. Esse é o sonho de Deus! Empenhemo-nos, com nossa responsabilidade e compromisso, ensaiando um tempo novo daquela Paz anunciada pelos anjos aos humildes pastores. Paz que é fruto da Justiça!


Que o Natal nos in-comode e des-instale como homens e mulheres encantados pelo Deus que na sua ternura amorosa dá-se por inteiro a nós (quem ama não dá sobras, nem restos). Caso contrário “haverá luzes, festas, árvores iluminadas, presépios, (…) mas é tudo falso”, como bem lamentou o Papa Francisco recentemente.
Dom  Beto Breis, ofm  Diocese de Juazeiro/BA 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

DOM BETO BREIS RECEBE TÍTULO DE CIDADÃO JUAZEIRENSE E PEDE ATENÇÃO PARA POBRES E PERIFERIAS

O Bispo da Diocese de Juazeiro, Dom Beto Breis, recebeu na noite desta terça-feira (12) na Casa Aprígio Duarte o título de cidadão juazeirense. A solenidade lotou o auditório da Câmara de Vereadores municipal. Representantes de entidades da sociedade civil, vereadores, militares, padres, religiosas e membros de pastorais e movimentos da Igreja se fizeram presentes no evento.  Em seu discurso, Dom Beto agradeceu a homenagem ressaltando que ela é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela Diocese e pediu mais compromisso dos legisladores com a população mais pobre e com as periferias.

Confira o discurso de Dom Beto na íntegra a seguir:
***

DISCURSO DE DOM BETO BREIS POR OCASIÃO DA RECEPÇÃO DO TÍTULO DE CIDADÃO JUAZEIRENSE


Casa Aprígio Duarte Filho – Juazeiro (BA),
12 de dezembro de 2017
Exmo Sr. Alecssandre Rodrigues Tanuri, vereador proponente e Presidente desta casa, na pessoa de quem saúdo os demais vereadores e os demais membros desta mesa, autoridades civis e militares aqui presentes,
Amados diocesanos (sacerdotes, religios@s e fiéis cristãos leigos),
Inicialmente gostaria de agradecer esta homenagem que é, em primeiro lugar, à Igreja que está em Juazeiro. Digo isto porque não me vejo com tantos méritos e nem gabaritado pelo tempo para receber este título que, sem dúvida, é um privilégio: estou aqui há apenas um ano e sete meses. Recebo esta honraria como Pastor de uma Diocese viva e atuante nesta já amada cidade de Juazeiro. “Onde está o Bispo, aí está a Igreja” já afirmava Santo Inácio de Antioquia no segundo século. A Diocese de Juazeiro – com todo o Povo de Deus (pastores, religiosas e fiéis cristãos leigos) é quem merece o reconhecimento por sua história de uma Igreja samaritana, atenta às dores, às angústias e às esperanças dos homens e mulheres destas margens sertanejas baianas do Velho Chico. No próximo sábado, por sinal, re-cordaremos o centenário do nascimento do nosso primeiro bispo, Dom Thomas Murphy, que desde o início do seu ministério episcopal promoveu a educação (com escolas em pontos estratégicos da periferia de então) e diversas obras e atividades sociais (junto a lavadeiras e a prostitutas, por exemplo). Naquele período fecundo e impulsionador do Concílio Vaticano II, Dom Tomás lançava as bases de uma Igreja que privilegia os pobres e vê no compromisso social não um apêndice, mas uma dimensão imprescindível da ação pastoral e evangelizadora.
Sou consciente, por outro lado, que o título de Cidadão Honorário equipara a pessoa homenageada a uma adoção oficial. A pessoa agraciada passa a ser um irmão, um conterrâneo, uma pessoa da terra, apesar de não ter nascido no local. Fico, portanto, imensamente feliz e honrado com essa distinção concedida. Nasci nas margens de uma baía no litoral de Santa Catarina que foi erroneamente identificada por viajantes espanhóis como um rio, o Rio São Francisco...do Sul (porque visitado pelos navegantes no dia do Santo de Assis). Das margens do “rio” São Francisco do Sul vim para estas margens sertanejas baianas do Velho Chico, onde já me sinto em casa, no aconchego e cordialidade de um povo alegre e acolhedor.
E agora, como cidadão juazeirense e bispo de uma Igreja cidadã e defensora da cidadania de todos, quero parabenizar os senhores e senhoras desta Casa do Povo por terem aprovado na íntegra nesta tarde o Plano Municipal de Saneamento Básico de Juzaeiro. A revitalização dos córregos e riachos que correm e percorrem nossa cidade é urgente, para o bem da Casa Comum (irmã água, irmãs plantas....) e para o cuidado das populações.  Uma reivindicação justa do MPC (Movimento Popular da cidadania), que se faz porta-voz do anseio – consciente e inconsciente - da população.
Atrevo-me, ainda, a pedir aos homens públicos aqui presentes que não se esqueçam dos mais pobres, dos vulneráveis e sedentos de justiça e de direitos respeitados. Para nós crentes das mais diversas denominações cristãs a opção pelos pobres é de matriz teológica, não primeiramente sociológica. Daqui a poucos dias, no Natal, iremos celebrar o mistério encantador e desconcertante do Filho de Deus que “sendo rico, se fez pobre para enriquecer-nos[1], como lembra o Apóstolo. Fez-se pobre e frágil no sublime mistério da Encarnação e proclamou bem aventurados os pobres, de quem é o Reino dos céus[2]. Os empobrecidos tantas vezes desprezados pelos que detém o poder são vítimas de uma sociedade regida por mecanismos materialistas que, como afirmava peremptoriamente São João Paulo II, “produzem, em nível internacional, ricos cada vez mais ricos à custa de pobres cada vez mais pobres[3]
Como homens públicos, re-presentantes do povo, lutem para que dívidas sociais sejam ressarcidas. Visitem os pobres, ouçam seus clamores, vejam seus sofrimentos, exerçam seus mandatos a partir das periferias (pois aí está o centro do Evangelho e o começo de uma ordem social equitativa e promotora de Paz). Neste sentido, tornam-se oportunas as palavras do Papa Francisco:
“Peço a Deus que cresça o número de políticos capazes de entrar num autêntico diálogo que vise efetivamente sanar as raízes profundas e não a aparência dos males do nosso mundo. A política, tão manchada, é uma sublime vocação, é uma das formas mais preciosas da caridade, porque busca o bem comum”[4]
Finalizando, agradeço a todos pelo título que para sempre muito me orgulha e orgulhará.  Obrigado aos Sr vereador Alecssandre Tanuri por propor essa distinção e pelos demais vereadores  pela aprovação da mesma. Minha terna, fraterna e paternal gratidão a todos de nossa Diocese de Juazeiro pela alegria do dom e desafio da sinodalidade (do caminhar juntos) no Seguimento de Jesus e no serviço ao Reino que ele anunciou e inaugurou entre nós.
Crédito da foto: Blog Vale Comentar (Irenildo Santos)
Que a ponte que une Juazeiro e Petrolina, Bahia e Pernambuco, seja sinal da efetivação do que deve ser minha presença pastoral neste e nos demais municípios de nossa vasta Diocese: fazedor de pontes, sinal e promotor de unidade e comunhão. Posso, com convicção, dizer-lhes hoje que desde a nomeação para bispo de Juazeiro meu coração sentiu-se vinculado a esta cidade. Por ocasião da minha ordenação episcopal afirmava que “em breve período de tempo já poderia atrever-me a adaptar a bela e renomada canção de Jorge de Altinho:

         “Petrolina, Juazeiro. Juazeiro, Petrolina.
Todas as duas estimo o tempo inteiro.
Eu gosto de Petrolina, mas ADORO Juazeiro”

Muito obrigado!

Dom Beto Breis
Bispo da Diocese de Juazeiro/BA

***

Texto da matéria e fotos: Pascom diocesana



[1] 2Cor 8,9
[2] Cf. Lucas 6,20
[3] Discurso inaugural da Conferência do Episcopado latino-americano, Puebla, México, 28/1/79,
[4] Evangelii Gaudium, 205

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

COR E ALEGRIA MARCAM Iº HAPPY HOLI DA JUVENTUDE CATÓLICA DE JUAZEIRO

A chuva que caiu antes do Iº Happy Holi SDJ, a festa das cores, realizado no último sábado (09), não desanimou a juventude que compareceu no Espaço de Eventos da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Piranga, Juazeiro, norte da Bahia. O Happy Holi SDJ organizado pelo Setor Diocesano da Juventude (SDJ) foi a última ação do Setor no ano de 2017, em prol da evangelização da juventude, e, também, uma confraternização dos jovens católicos da Diocese de Juazeiro – BA que durante o ano participaram de diversas ações realizadas pelo Setor.
“Fico feliz porque mesmo com muita chuva, antes do evento, ninguém deixou de vir, honrar o chamado de Deus”, disse o DJ Roony Moura, uma das atrações da festa, que contagiou com seu carisma e alegria a Juventude Católica Apostólica Romana.
O Ministério Anjos Cantam abriu o evento com um momento de oração e muito louvor, logo em seguida, foi a vez do DJ Católico Roony Moura que não deixou ninguém parado, principalmente, na hora da colorblast (explosão de cores), quando todos lançaram ao alto o pó colorido, depois teve um momento de Adoração e quem encerrou a festa foi o Ministério Anjos de Maria (vencedor do Concurso Meu Ministério é Show). Os jovens que foram vestidos de branco saíram do Happy Holi SDJ coloridos.
No momento da Adoração, os jovens se curvaram, se concentraram e silenciaram para contemplar a presença do Criador. “Não existe uma experiência de levar alguém para Deus se essa pessoa não fizer uma experiência com Ele. Então, seria muito fácil fazer um evento com palco, som, iluminação, DJ, com tinta em pó jogado para cima e acabou aí. Então, a presença de Jesus Sacramentado veio justamente selar e sacramentar esse nosso serviço de que, de fato, a Eucaristia é a grande força do jovem, na vida de fé do jovem. E a gente viu que foi um momento muito bonito, onde os jovens silenciaram no momento da Adoração”, afirmou o Referencial do SDJ, Padre Diego Monteiro, sobre o momento da Adoração.
Foi um dia de alegria, confraternização, muito louvor, dança, cor e evangelização, onde caravanas da Diocese de Juazeiro e de cidades circunvizinhas puderam demonstrar o seu amor a Jesus Cristo. A jovem Ana Patrícia da Silva da Paróquia São João Batista, do bairro João de Deus, em Petrolina, expressou de forma contagiante sobre o Iº Happy Holi SDJ, “a gente já está esperando o segundo e o terceiro (Happy Holi SDJ). Está sendo maravilhoso! As pessoas receberam muito bem os jovens que vieram do Projeto (Senador Nilo Coelho N3 e N4)”, falou a jovem.
De acordo com um dos organizadores do evento, Clausen Silva, o Happy Holi SDJ foi planejado desde agosto e se concretizou no dia 09 de dezembro de uma forma muito especial, fechando com chave de ouro o ano maravilhoso do Setor Juventude.
O Padre aproveitou para agradecer, primeiramente, a Deus, aos movimentos, pastorais que participaram, ao pessoal da Paróquia Santa Teresinha, na pessoa do Pároco, Padre Íbis Cassius, toda a juventude e ao Bispo da Diocese de Juazeiro – BA, Dom Beto Breis.
O DJ deixou um recado para os jovens: “jovens, sejam inteiramente de Deus, não deixe a sua vida virar preto e branco, colore a sua vida, vale muito mais a pena Deus, cor na nossa vida”, ressaltou o DJ. 

Equipe de Comunicação Happy Holi SDJ

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

JUVENTUDE CATÓLICA DE JUAZEIRO REALIZA 1º HAPPY HOLI

No próximo sábado (09) será realizado, pela primeira vez em Juazeiro - Bahia, o Happy Holi Católico SDJ. A festa das cores como é conhecida, será realizada no Espaço de Eventos da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Piranga. O evento, que é organizado pelo Setor Diocesano da Juventude (SDJ), será uma confraternização dos jovens católicos da Diocese de Juazeiro – BA que durante o ano participaram de diversas ações de evangelização realizadas pelo Setor. O Happy Holi SDJ consiste em um dia de alegria, confraternização e evangelização.
“É a última ação do Setor Juventude do ano 2017, fechar todos os trabalhos que nós fizemos em prol da evangelização da juventude. Você que já adquiriu seu ingresso, você que caminhou juntamente com todos os eventos que nós promovemos esse ano, é uma oportunidade, também, de se confraternizar”, disse o Referencial do SDJ, Padre Diego Monteiro.
A festa será animada pelo DJ Roony Moura, Ministério Anjos Cantam e o Ministério Anjos de Maria. Durante o evento serão realizadas as “colorblast’s” (explosões de cores), quando todos lançam ao alto o pó colorido. Os portões serão abertos às 15h.
Os ingressos estão esgotados e não haverá venda de ingresso na festa. O pó de zim (o zim é um pó colorido orgânico, que tem como finalidade colorir temporariamente o corpo, roupas e ambiente, além de produzir arte, criatividade, brincadeiras e educação), será vendido a R$ 3,00 na festa.
A ideia do evento, que não terá bebida alcoólica, é que todos os participantes se vistam de branco em uma celebração com muita música, dança, cor e evangelização. Os organizadores esperam caravanas da Diocese de Juazeiro e de cidades circunvizinhas.
De acordo com um dos realizadores do evento, Clausen Silva, o evento superou as expectativas, com os ingressos esgotados. Vista-se de branco e deixe Jesus colorir a sua vida.
Happy Holi
O Happy Holi é o maior festival de música e cor do mundo, em que milhares de pessoas vestidas de branco se juntam e criam uma paleta humana de cores num momento único de celebração de pura alegria. Inspirado no “Holi Festival das Cores” da Índia, o Happy é um festival de música que celebra a união e alegria de viver enquanto você se envolve na magia de cores.
Equipe de Comunicação Happy Holi SDJ

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

PADRE ISAEL BRITO RECEBE O TÍTULO DE CIDADÃO JUAZEIRENSE

O auditório lotado, vereadores das cidades de Petrolina, Casa Nova e Juazeiro, ex-vereadores e secretários, prestigiaram na noite desta segunda-feira (04/12), a concessão do título de cidadão juazeirense ao Padre Isael da Silva Brito, proposto pela vereadora Neguinha da Santa Casa.
À sessão, presidida pelo Vereador Alex Tanuri, secretariada pelo Vereador Gleidson Medrado, compareceram os vereadores de Juazeiro Reinaldo Sabino, Anibal, Anastácio, Bertinho da Carnaíba, Bené Marques, Helio, Tia Célia, Domingão da Aliança e Allan Jones e o ex-vereador José Carlos Tanuri; os vereadores de Casa Nova Uilian Pereira e o Presidente Paulo Sérgio, além dos ex-vereadores Aldo da Saúde e Pipiu, o vereador de Petrolina Zenildo do Alto do Cocar. Além dos vereadores estiveram presentes padres, movimentos carismáticos e Secretária Cida Gama, representando o Prefeito Paulo Bonfim.
Neguinha da Santa Casa, ao justificar a concessão do título ao Padre Isael ressaltou a trajetória de vida e vitórias do padre Isael, nascido em Casa Nova, e sua enorme dedicação à Igreja e à causa dos mais necessitados.
Ao agradecer a concessão do título o Padre Isael relembrou seu trabalho na Diocese de Juazeiro, a gratidão ao Bispo D. Beto e a D. José Geraldo: “Nestes doze anos devo tudo à Diocese de Juazeiro”.
Ao final, já cidadão juazeirense, cobrou a votação do projeto de saneamento da cidade e o veto à política de identidade de gênero.
A Vereadora Neguinha da Santa Casa foi a que propôs o título ao padre Isael.
O Presidente Alex Tanuri, ao encerrar a sessão informou que o projeto de saneamento “está sendo discutido com a sociedade e será votado antes do final deste período legislativo e completou: “Padre, sou de família católica, com o maior respeito à santidade da família. Nesta Casa, posso falar em nome dos vereadores, não votaremos projetos que sejam contrários à orientação cristã de nosso povo”.
Texto e fotos: Câmara de Vereadores
Pascom diocesana


 

Assine a nosso Email

Contate o nosso Email:

pascom.diocesejuazeiroba@gmail.com

Tema Campanha da Fraternidade 2017

"Biomas brasileiros e defesa da vida."