quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Unção dos Enfermos


O SACRAMENTO DA UNÇÃO DOS ENFERMOS

1. Os Padres, os Ministros Extraordinários da Eucaristia e os/as Catequistas desenvolvam uma pastoral conscientizadora sobre o sacramento da Unção dos Enfermos, pois não se trata apenas de uma extrema-unção, mas da graça sacramental para quem se encontra enfermo.
2. Na Pastoral dos Enfermos, e, também na Catequese, haja empenho para superar concepções mágicas, fortemente presentes na religiosidade do povo, a respeito da Unção dos Enfermos.
3. Os fiéis sejam esclarecidos “sobre a possibilidade da cura, sem, porém, transformar a Unção, indevidamente, em ‘sacramento de cura’, obscurecendo ou desvirtuando seu significado principal de graça que ajuda o cristão enfermo a viver a fé, a esperança e a caridade” (CNBB. Pastoral da Unção dos Enfermos, nº 14, p. 35).
4. Os ministros extraordinários da Comunhão eucarística e/ou os Agentes da Pastoral da Saúde informem oportunamente ao Pároco ou Vigário paroquial o desejo do doente de ser ouvido em confissão e de receber o sacramento da Unção dos Enfermos.

A celebração

1. Para receber o sacramento da Unção dos Enfermos a pessoa deve ser batizada e de alguma forma comece a estar em perigo por motivo de doença ou velhice (cf. c. 1004 §1).
2. “Pode-se repetir este sacramento se o doente, depois de ter convalescido, recair em doença grave, ou durante a mesma enfermidade, se o perigo se agravar” (c. 1004 §2).
3. “Na dúvida se o doente já atingiu o uso da razão, se está perigosamente doente, ou se já morto, administre-se este sacramento” (c. 1005).
4. “Administre-se este Sacramento aos doentes que ao menos implicitamente o pediram quando estavam no uso de suas faculdades” (c. 1006).
5. “Não se administre a Unção dos Enfermos aos que perseveram obstinamente em pecado grave manifesto” (c. 1007).
6. Antes de uma cirurgia, sempre que motivada por doença grave, seja dado ao enfermo o sacramento da Unção (cf. Ritual da Unção dos Enfermos, nº 10).
7. Pessoas idosas, já bastante debilitadas, mesmo não estando doentes, podem receber a Unção dos Enfermos (Idem, nº 11).
8. Os Padres procurem visitar os doentes que não podem vir à Igreja, oferecendo-lhes a possibilidade para a Confissão, a Comunhão Eucarística e a Unção dos enfermos, de nodo especial, nos dias que antecedem o Natal e a Páscoa.
9. Os ministros extraordinários da Comunhão Eucarística, sempre que possível, ofereçam semanalmente aos enfermos a Comunhão Eucarística.
10. Informe-se o povo que, em situações graves imprevistas, o Padre pode ser chamado a qualquer hora do dia ou da noite.


 

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