segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Seminaristas passam por formação missionária em Feira de Santana


O papa Francisco insiste, com frequência, que a conversão pastoral não acontece sem a necessária mudança de atitudes em suas principais lideranças: bispos, presbíteros, diáconos, religiosos e leigos. A tão almejada mudança passa pela formação.
Sua voz se faz ouvir e é levada a sério por muitas pessoas que exercem ministério de liderança no nosso Regional Nordeste 3. Por isso, percebemos o multiplicar-se de iniciativas que visam criar nos cristãos uma nova mentalidade, mentalidade ainda mais missionária, mesmo que essa seja uma tarefa árdua e difícil.
No início do mês de outubro, o seminário das dioceses de Juazeiro e Barra, situado em Feira de Santana, promoveu mais um encontro de formação missionária para seus membros. O evento foi realizado no dia 02 e foi assessorado pelo coordenador do Conselho Missionário Regional (COMIRE), Pe. Antônio Niemiec CSsR. A partir da missão de Jesus e da Igreja, ele abordou o significado da missão, alertando que a compreensão e a vivência da missão não podem se limitar apenas ao deslocamento físico ou à tarefa recebida porque, então, a missão seria algo extrínseco ao ser do cristão.
E concluiu, com as palavras do papa Francisco, que “a missão é algo que não posso arrancar do meu ser [...]. Eu sou uma missão nesta terra, e é para isso estou neste mundo” (Evangelii Gaudium, 273). A partir dessas reflexões, o Pe. Antônio explicou porque a Santa Teresinha é a Padroeira das missões.
seminaristas3No dia 03 de outubro, a convite do professor da disciplina Missiologia, da Faculdade Católica de Feira de Santana que acolhe, entre outros alunos, seminaristas de sete dioceses da Bahia, Pe. Antônio Niemiec, coordenador do COMIRE, ministrou aulas sobre a problemática da Conversão Pastoral, a partir dos documentos do Concílio Vaticano II e do Documento 100 da CNBB, e sobre a Organização Missionária da Igreja do Brasil.
Lembrou, entre outras coisas, que “toda a renovação da Igreja consiste essencialmente numa maior fidelidade à própria vocação. [...]. A Igreja peregrina é chamada por Cristo a essa reforma perene. Como instituição humana e terrena, a Igreja necessita perpetuamente desta reforma” (Unitatis Redintegratio 2) e que “as mudanças na Igreja, especialmente na sua forma de evangelizar, constituem a sua identidade” (Documento 100, no 9).
Em seguida, apresentou como se articula a animação missionária, com seus diversos Conselhos. E concluiu refletindo sobre os Organismos missionários, dando destaque especial às Pontifícias Obras Missionárias.
Aproveitou, também, a oportunidade para motivar os alunos da Faculdade a participarem do 1º Simpósio Missionário Regional, a ser realizado nos dias 17-19 de outubro e assessorado pelo Pe. Estevão Raschietti, diretor do Centro Cultural Missionário, de Brasília.
Vale a pena ressaltar que essas atividades de formação missionária para seminaristas se inscrevem no planejamento anual do COMIRE NE3 que já havia realizado iniciativas semelhantes em outros dois polos formativos na Bahia: Salvador e Vitória da Conquista, em abril e agosto, respectivamente. Com informações e imagens do padre Antônio Niemiec.



 

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