segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

SEMINARISTAS INICIAM ANO FORMATIVO COM RETIRO


"Uma 'oportunidade para voar' para mais perto de Deus, buscando deixar para trás toda bagagem de preocupações e distrações que possam dificultar o caminho de recolhimento interior". Assim foi o Retiro dos Seminaristas das Dioceses de Juazeiro, Petrolina e Bom Jesus da Lapa, encerrado neste domingo, 05. Foram três dias de oração, iniciados na última sexta, 03, dedicados a refletir sobre a vocação ao sacerdócio a fim de iniciar bem o semestre formativo. Um dos pregadores do retiro foi o Bispo diocesano de Juazeiro, Dom Beto Breis.

Da Diocese de Juazeiro participaram 11 seminaristas: oito que cursam filosofia (fase do discipulado) e três novos que estão iniciando a caminhada no Propedêutico. Nesta segunda-feira, 06, os seminaristas, que moram em Juazeiro, iniciam a nova etapa de estudos acadêmicos, com uma aula inaugural no Instituto de Filosofia da Diocese de Petrolina, no bairro Areia Branca. Em Feira de Santana, a Diocese conta com um seminarista na fase da configuração, onde cursa teologia. 

Em artigo publicado no Blog do seminário São José de Petrolina (http://seminariohomepage.blogspot.com.br/), os seminaristas refletiram sobre o retiro no qual participaram. Confira alguns trechos:

"Toda alma cristã é chamada de tempos em tempos, por necessidade, a reservar um pouco de seu tempo e, no silencio de seu coração, meditar profundamente para reavivar o vinculo de compromisso para com Deus. Retiro é ocasião para refletir: Como estamos trilhando nossa caminhada para Deus? 

Nossa caminhada para o Pai requer de nós a resposta da oração. No percurso para o Céu, a oração é um encontro com Deus e comigo mesmo; um encontro com o divino e o humano, no qual buscamos encontrar a força necessária para o nosso sustento. Sem essa força que vem do alto, somos fadados a retrocessos e até a desistir de seguir o caminho de Deus quando surgem as frustrações. Porém, mesmo nas frustrações, há em nós uma chama que pode ser reacesa pela ação do divino Espírito Santo. É no interior do coração que se escuta a voz de Deus e, se constantemente olharmos para Cristo Crucificado, encontraremos forças para continuar.

Para atender ao que Deus quer de nós é preciso viver uma relação com Cristo como uma relação de encanto, de enamorar-se por Cristo Jesus assim como o fez o discípulo amado, sobre o qual meditamos no retiro. Suas atitudes são um convite para olharmos as coisas de Deus com os olhos da alma, com os olhos de quem ama verdadeiramente. Com tal profundidade no olhar, é possível ver o Senhor na sutileza de gestos e palavras, em um encontro, no pobre, no irmão. 

Quando ressuscitou, Cristo Jesus agiu na sutileza, sem grandes espetáculos, já nos dizia Dom Frei Beto, bispo de Juazeiro da Bahia. Em suas aparições, como no caso de Jo 21,1-15, os discípulos não o reconheceram de imediato mas somente depois de alguns gestos e palavras o discípulo amado percebeu que era o Senhor.

O que havia no coração daquele discípulo? Como ele percebeu que era o Mestre? Certamente que em seu interior havia algo que o permitiu ver além do evidente. Ele viu com os olhos da alma. Aprendamos a ser como o discípulo amado!".



 

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Tema Campanha da Fraternidade 2017

"Biomas brasileiros e defesa da vida."