terça-feira, 26 de setembro de 2017

DEVOÇÃO À SÃO SALVADOR EM PILÃO ARCADO REÚNE FIÉIS EM ROMARIA

Fé, confiança e cultivo de uma tradição. Foi com esses sentimentos que mais de 500 romeiros participaram no último domingo de mais uma Romaria do São Salvador, na comunidade de Feijão, no interior de Pilão Arcado. Havia romeiros da nossa Diocese, mas também das Dioceses vizinhas de Bom Jesus do Gurguéia e de São Raimundo Nonato, do Piauí. O nosso Bispo diocesano, Dom Beto Breis, também esteve presente para conhecer a romaria que já é realizada há 14 anos.
“Esse ano foi a primeira vez que contamos com a presença de um bispo na romaria, por isso a comunidade ficou muito feliz”, contou o Padre Guilherme Mayer, pároco de Pilão Arcado. “Só da cidade de Pilão Arcado vieram dois ônibus. Também tivemos um grupo de 40 motoqueiros que vieram participar a fim de fazer seus pedidos”.
A Romaria de São Salvador começou com a devoção do povo da localidade de Feijão a uma imagem do menino Jesus com o título de “São Salvador”. A comunidade celebra todos os anos a festa do Menino no dia 25 de dezembro, por conta do Natal. Mas devido às épocas de seca as romarias geralmente são celebradas no mês de setembro.
Segundo padre Guilherme, o povo sai de suas casas no sábado de madrugada e passam todo o dia no Feijão. “Durante a romaria, além dos momentos de oração e devoção, as pessoas são divididas em grupos de homens, mulheres e jovens para discutir os problemas que eles estão enfrentando como comunidade e na sociedade”, explica o padre. Também há momentos de confissão e neste ano houve ainda a bênção dos veículos, especialmente para o grupo de motoqueiros presentes.
“Tivemos uma repercussão muito boa este ano”, expressou Pe. Guilherme. “Todos os anos a romaria tem crescido e é um momento importante para fortalecer a fé das pessoas e também para ajuda-las a discutir os problemas que enfrentam e encontrar soluções”.
Origem da devoção
A devoção ao São Salvador surgiu, segundo histórias locais, de um quadro do Menino Jesus comprado por um dos moradores após participar de uma romaria em Bom Jesus da Lapa. O quadro foi levado à casa de uma pessoa da vila e logo a comunidade se apressou a construir uma capela para guardar a pintura. Assim que foi construída a igreja, começaram a haver celebrações e orações no local, atraindo pessoas dali e de outros locais da região.  

Pascom diocesana

 

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